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Os negócios na internet tem ganhado cada vez mais espaço em nossa sociedade. Tanto para os compradores quanto para os lojistas, o comércio digital torna as transações muito mais práticas. Nesse cenário, se você pensa em como criar uma loja virtual, já deve ter se perguntado: quanto custa um site de vendas?

Ao longo deste artigo, vamos conhecer quais são os principais custos fixos e variáveis do empreendedor que decide vender pela internet. Além disso, veremos um exemplo com valores de um pessoa que está começando seu primeiro negócio. Siga a leitura conosco!

Quando você vai pensar na estrutura de custos do seu negócio, precisa considerar dois tipos principais: os custos fixos e os variáveis. O primeiro é referente aos valores que não variam de mês para mês, ao passo que o segundo diz respeito às despesas que mudam de acordo com outros fatores.

Custos fixos

Ao pensar sobre quanto custa um site de vendas, você deve ter por base os seguintes custos fixos:

Internet

Se você trabalha de casa e já pagaria essa mensalidade de qualquer forma, não precisa considerar esse gasto na estrutura de custos. Caso contrário, inclua a internet na conta.

Plataforma de e-commerce

A maioria das plataformas cobra uma mensalidade para a utilização do serviço quando você cria e gerencia sua loja virtual. Em média, os valores da plataforma de e-commerce começam na casa dos R$ 14 mensais e podem oferecer estruturas bastante completas com mensalidades de cerca de R$ 100. Mas é claro que existem serviços para negócios de diferentes complexidades, com custos que podem chegar a R$ 1.500 por mês. Tudo depende das necessidades da sua marca.

Impostos

Quando você abre um negócio e realiza vendas, existem impostos que recaem sobre sua nova empresa. O ideal é que você formalize seu empreendimento para ficar em conformidade com a lei.

Se você está começando seu e-commerce sozinho, uma ótima opção é o MEI (Microempreendedor Individual). Com essa opção, os tributos cobrados variam de R$ 49,90 a R$ 55,90 mensais, de acordo com seu tipo de negócio.

Vale destacar, todavia, que esse tipo de empresa se aplica apenas àquelas com faturamento anual até R$ 81 mil e só pode ser aberto por quem não seja sócio ou proprietário de outro empreendimento.

Contador e/ou advogado

Para tornar seu negócio regular e garantir que você se encaixe nos requisitos legais sem que precise pagar impostos a mais, uma boa ideia é contratar o serviço de contadores e advogados. É claro que, em um primeiro momento, esses serviços podem não parecer essenciais, mas a médio e longo prazo eles podem se tornar necessários.

Conta bancária

Um ponto muito importante no momento em que você abre seu negócio é em relação à conta bancária. Evite usar sua conta pessoal para gerir seu e-commerce, pois isso pode causar confusão em suas finanças.

Procure abrir uma conta especialmente para seu negócio e inclua essa mensalidade em seus custos fixos. Existem bancos digitais que oferecem o serviço sem mensalidade e bancos tradicionais que cobram valores mensais mais baixos para MEI, por exemplo.

Se quiser saber mais sobre o assunto, o vídeo abaixo entra nesses detalhes:

 

Aluguel

Se você trabalha de casa, não precisa se preocupar com esse tipo de gasto. Caso você alugue um escritório, é necessário contabilizar esse valor, além de possíveis mensalidades de condomínios, dependendo do local onde você se estabeleça.

Salários

Caso trabalhe sozinho, também não há necessidade de contabilizar os salários entre seus custos. Mas, se tiver funcionários, é preciso considerar esses valores fixos a cada mês, além de benefícios que você ofereça e tributos que incidam sobre os pagamentos.

Custos variáveis

Já os custos variáveis de uma loja virtual, como o próprio nome já diz, mudam a cada mês e variam muito de acordo com seu tipo de negócio. Isso porque eles podem incidir sobre a quantidade de produtos comprados dos fornecedores ou de impostos sobre mercadorias vendidas, por exemplo.

Como principais custos variáveis, podemos considerar:

  • valor da compra de mercadorias;
  • imposto incidente sobre cada produto vendido;
  • taxa dos meios de pagamento;
  • custos de serviços extras da plataforma de e-commerce;
  • preço da parte do frete com a qual sua loja arca;
  • etc.

Custos à parte: campanhas de marketing

Além dos custos fixos e variáveis, uma recomendação é a de que os custos com campanhas de marketing sejam considerados à parte. As formas como esse valor é dividido podem variar de negócio para negócio.

Por exemplo, é possível que você estabeleça que vai destinar R$ 800 por mês para seus anúncios. Entretanto, suponhamos que entre outubro e dezembro, por causa da Black Friday e do Natal, você resolva aumentar o investimento para R$ 1.200 mensais. Fica difícil contabilizar esse valor fechado sempre como um custo fixo.

Portanto, na hora de calcular quanto custa um site de vendas, saiba que você sempre contará com esses gastos para atrair visitantes para seu e-commerce. Crie seu plano de marketing e preveja os custos em sua estratégia para não ter imprevistos.

SEO

SEO é o trabalho de posicionar melhor o seu site no Google e trazer tráfego orgânico para o mesmo. É muito importante manter um trabalho de SEO efetivo. Por exemplo, a nossa sempre quer se posicionar para “criação de sites rj“, que seria serviços de web design no Rio de Janeiro, é preciso trabalhar nesta palavra-chave em artigos, backlinks, links internos, etc. Para a sua loja funciona da mesma maneira,

Quanto custa um site de vendas: um exemplo prático

Agora que já sabemos quais são os principais custos envolvidos na criação de sites profissionais e manutenção de um e-commerce, hora de vermos um exemplo prático para os custos fixos.

Imaginemos o exemplo hipotético de uma empreendedora que vai criar uma loja virtual e pretende começar trabalhando de casa. Ela não precisará considerar os gastos com aluguel e internet, pois utilizará sua estrutura domiciliar.

Para começar seu negócio, ela partirá da seguinte estrutura de custos fixos a cada mês:

  • Plataforma de e-commerce: R$ 49,90;
  • Guia de impostos do MEI (também conhecida como DAS): R$ 55,90;
  • Conta bancária (consideramos no exemplo a Conta Fácil MEI, do Banco do Brasil): R$ 17;
  • Serviço do contador: R$ 200;
  • Valor destinado ao marketing: R$ 1.000.
  • Contratação de um freelance web developer;

Nossa nova empresária partiria de R$ 1.322,80 em seus gastos mensais. Fora isso, os custos variáveis, sobre os quais falamos anteriormente, precisariam ser incluídos em sua conta.

O valor pode assustar um pouco, porém façamos um exercício de comparação. Se essa mesma empreendedora optasse por abrir uma loja próxima ao metrô Tatuapé, em São Paulo, por exemplo.

O aluguel giraria em torno dos R$1.300. Fora isso, o único valor da conta anterior que poderíamos descartar seria o da plataforma de e-commerce. Afinal, ela ainda precisaria divulgar sua marca, formalizar sua empresa e pagar impostos. Ainda é possível que, para manter seu estabelecimento aberto no horário comercial, ela precisasse de um funcionário, pelo menos.

Portanto, nesse cenário, abrir um e-commerce se mostra muito mais barato do que uma loja física. Além disso, o alcance de uma loja virtual acaba se tornando muito maior, uma vez que as encomendas podem ser enviadas para todo o Brasil.

E, então, agora que você já sabe quanto custa um site de vendas e o que considerar em seus gastos, está pronto para o desenvolvimento de um site?

Informações da autora

Victoria Salemi é a editora responsável pelas parcerias de conteúdo da Nuvemshop, a maior plataforma de comércio digital da América Latina, com mais de 30 mil lojas ativas. Formada em Jornalismo, ama escrever e tornar assuntos complicados acessíveis a todos!